A gente "perde" o habito de desejar coisa boa pra quem a gente ama, e está sempre perto, como se só o nosso desejo interno fosse o suficiente para que a pessoa sinta. Parece meio bobo ficar desejando coisa boa, quando a pessoa sabe o que sentimos e ai, vem a pior parte,esquecemos de lembrar a pessoa o quanto ela é amada, e o quanto lhe queremos bem.
Se há no mundo, erro maior que este, eu desconheço.
Deixar morrer o que de mais bonito há numa relação, é realmente uma lástima. E eu assisto impotente, ponto.
Assisto, e faço minha parte, sempre lembrando às pessoas que me fazem bem, o quanto sou grata pelo amor e o quanto as amo em troca, e desejo sempre e sempre o melhor que possa ser.
não minto que me sinto só, e até um tanto frustrada, mas bom, se eu deixar de fazer, esqueço-me também, perco parte da essência, do que me mantém sentindo. Tanto as dores quanto os amores, fazem parte de um mesmo ciclo, esse que se fecha e recomeça cada vez que temos vontade de dizer eu te amo, e cada vez que "perdemos" o hábito. Eu prefiro prolongar os ciclos e tirar deles tudo que eu puder de bom pra mim, e tento também, fazer com que o ciclo seja bom para as pessoas com quem me relaciono.
"Perder" a sensibilidade é uma coisa que realmente me amedronta, deixar-me levar por aquilo que é banal, sem resistir, debater, espernear, só ir andando feito gado, pra cerquinha de mim mesma é realmente assustador. Então eu não me recolho.
E grito sim, sou toda amores, perdoo, tento, vou, amo, agrado, mimo e desejo só verão aos meus queridos; embora antes exigisse a mesma intensidade, agora já não me abalo. O que eu faço com o meu amor, e pra quem eu o dou, é problema meu, o que eles fazem com o amor deles, é problema deles.
Deixar morrer o que de mais bonito há numa relação, é realmente uma lástima. E eu assisto impotente, ponto.
Assisto, e faço minha parte, sempre lembrando às pessoas que me fazem bem, o quanto sou grata pelo amor e o quanto as amo em troca, e desejo sempre e sempre o melhor que possa ser.
não minto que me sinto só, e até um tanto frustrada, mas bom, se eu deixar de fazer, esqueço-me também, perco parte da essência, do que me mantém sentindo. Tanto as dores quanto os amores, fazem parte de um mesmo ciclo, esse que se fecha e recomeça cada vez que temos vontade de dizer eu te amo, e cada vez que "perdemos" o hábito. Eu prefiro prolongar os ciclos e tirar deles tudo que eu puder de bom pra mim, e tento também, fazer com que o ciclo seja bom para as pessoas com quem me relaciono.
"Perder" a sensibilidade é uma coisa que realmente me amedronta, deixar-me levar por aquilo que é banal, sem resistir, debater, espernear, só ir andando feito gado, pra cerquinha de mim mesma é realmente assustador. Então eu não me recolho.
E grito sim, sou toda amores, perdoo, tento, vou, amo, agrado, mimo e desejo só verão aos meus queridos; embora antes exigisse a mesma intensidade, agora já não me abalo. O que eu faço com o meu amor, e pra quem eu o dou, é problema meu, o que eles fazem com o amor deles, é problema deles.
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