Rompeu a seda do casulo.
A borboleta que até então desconhecia o significado de dor,
sentiu-a pela primeira vez ao olhar para luz que tanto almejava.
Foi difcil acostumar-se com ela, mas a vontade de ir adiante foi maior.
Então ela se acostumou com a luz, e pôde absorver tudo que de bom dela provinha.
Ela queria mais, agora precisava de asas. Foi mais uma vez doloroso libertar-se da seda do casulo.
E então ela tinha asas, precisava aprender a voar.
A borboleta que até então desconhecia o significado de dor,
sentiu-a pela primeira vez ao olhar para luz que tanto almejava.
Foi difcil acostumar-se com ela, mas a vontade de ir adiante foi maior.
Então ela se acostumou com a luz, e pôde absorver tudo que de bom dela provinha.
Ela queria mais, agora precisava de asas. Foi mais uma vez doloroso libertar-se da seda do casulo.
E então ela tinha asas, precisava aprender a voar.
Já eram incontáveis os impecilhos e intermináveis as horas de dor.
Era essa sua visão sobre a liberdade? Perder a proteção contra os males do mundo?
Ela já não tinha tanta certeza se queria aprender a voar agora, tinha medo do que viria pelo caminho. Sentiu medo pela primeira vez. Mas já havia chegado até ali, não tinha a minima possibilidade de volta, o casulo não se fecharia novamente ao primeiro sinal de arrependimento. Já não havia nada a ganhar e perder, era só sobreviver e ela sentiu isso. O sonho havia acabado, haviam acabado os dias no casulo, o muro que a protegia do resto do mundo estava quebrado e por vontade dela própria. Então ela lançou corpo à baixo, fechou os olhos e deixou que a natureza a guiasse.
Sentiu o vento que já conhecia em sonho e,do qual tinha saudade, o cheiro das flores, conheceu as cores, robusteceu, diante de todo o novo mundo que agora pertencia a ela também. Transformou-se. Voou.
Era essa sua visão sobre a liberdade? Perder a proteção contra os males do mundo?
Ela já não tinha tanta certeza se queria aprender a voar agora, tinha medo do que viria pelo caminho. Sentiu medo pela primeira vez. Mas já havia chegado até ali, não tinha a minima possibilidade de volta, o casulo não se fecharia novamente ao primeiro sinal de arrependimento. Já não havia nada a ganhar e perder, era só sobreviver e ela sentiu isso. O sonho havia acabado, haviam acabado os dias no casulo, o muro que a protegia do resto do mundo estava quebrado e por vontade dela própria. Então ela lançou corpo à baixo, fechou os olhos e deixou que a natureza a guiasse.
Sentiu o vento que já conhecia em sonho e,do qual tinha saudade, o cheiro das flores, conheceu as cores, robusteceu, diante de todo o novo mundo que agora pertencia a ela também. Transformou-se. Voou.
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